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Pan-visita permanente

  • sheylacdiniz
  • 17 de ago. de 2022
  • 1 min de leitura


Desde então vem o poeta, chuta a cadeira em que minha bunda acomodava-se, estagnada, em frente à tela do computador e, com uma seringa DES-SE TA-MA-NHO, injeta em minha pupila uma dose cavalar de OLHO MÍSSIL, sempre quando estava eu prestes a sucumbir, sempre quando o OLHO quase me-se-lhe transformava em FÓSSIL.

Sheyla Diniz (02.01.2017)

 
 
 

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